Notícias

início / Notícias

Dedo Recolhedor

Dedo Recolhedor

Perdas na colheita podem ser diminuídas com ajustes no molinete

Na colheita mecanizada as perdas quantitativas são influenciadas por diversos fatores, alguns próprios do meio cultivado, outros relacionados ao funcionamento adequado da colheitadeira.

Estima-se que a maior parte das perdas durante a colheita está localizada na plataforma de corte e recolhimento, na maioria das vezes ocasionada por problemas de ajuste.

O molinete é a primeira parte da plataforma a tocar a cultura a ser colhida. Ele tem a função e tombar sobre a plataforma as plantas cortadas pela barra de corte. É constituído pelos suportes laterais, eixo central, travessões e dedos recolhedores.

A velocidade e posicionado adequado do molinete proporcionam ao sistema uma melhor debulha da planta, evitando perdas excessivas.


Os dedos recolhedores

Tradicionalmente, os dedos recolhedores eram fabricados em peças de aço com alta rigidez e resistência mecânica.

Porém, essa material fazia com que tivessem menor flexibilidade em contato com possíveis obstáculos e com a própria planta colhida. Além disso, o maior peso específico acarretava em maior consumo de energia para partida, funcionamento do sistema e deslocamento da colheitadeira.

Atualmente, foram desenvolvidos dedos recolhedores em materiais plásticos com o objetivo de superar as desvantagens dos dedos metálicos. O material mais flexível diminui danos ocasionados no contato com obstáculos e o próprio produto colhido, além da quebra das navalhas de corte em caso de toque acidental.

Dedos danificados, quebrados ou tortos, devem ser trocados antes da colheita para que não gerem ineficiência, aumentando as perdas.

Ajustes no molinete

O ajuste adequado do molinete em relação ao tipo de cultivo irá evitar perdas excessivas durante a colheita.

A velocidade correta para a rotação do molinete proporciona ao sistema trilhador uma melhor debulha da planta. Se a velocidade for muito rápida, ele irá bater de maneira agressiva nas plantas, causando a debulha e consequente perda de grãos na plataforma.

Já a velocidade muito lenta, ou seja, menor que a velocidade de deslocamento da máquina, fará com que a colheitadeira “atropele” a planta, podendo gerar acúmulo de material em frente ao caracol e consequente problemas na alimentação.

Para facilitar, a velocidade do molinete deve estar entre 15 a 20% superior à de deslocamento da colheitadeira pela lavoura.

A altura e avanço também devem ser ajustados conforme o tipo de cultura, assim como a inclinação dos dedos, para evitar que as plantas cortadas fiquem enroscadas.

Lembre-se de sempre manter a distância mínima dos dedos em relação a barra de corte, a fim de evitar que sejam danificados.


Utilize peças de qualidade

A MCL produz peças injetadas, resistente e flexível, construído em peça única que permite o ajuste de quaisquer distâncias na barra do molinete.
  
Podem ser utilizados em plataformas Alternativa Massey Ferguson, porém são adaptáveis em plataformas New Holland e John Deere séries 300.

Todas nossas peças são feitas em um processo minucioso e de alta qualidade, garantindo peças resistentes para a sua máquina.

Solicite um orçamento agora!